Introd: Veio gente me pedir uma esmola Veio gente reclamar uma escola Veio gente me aplaudir veio gente vaiar Veio gente dormir nas cadeiras Veio gente admirar meu talento Veio gente adivinhar meu tormento Veio gente me xingar veio gente me amar Veio gente disposta a se matar por mim E eu cantava aquela musica aquela musica alucinação Como se eu fosse um punhado de gente E aquela gente ali não Como se o salão repleto fosse um deserto E eu fosse mil Mil troncos de árvores velhas Árvores velhas de pau brasil Tanta gente estava tudo vazio Tanta gente o meu cantar tão sozinho Todo mundo mundo meu Meu inferno meu céu meu vizinho

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Couverture du livre Ultra intelligence

À propos de la chanson

La chanson évoque une scène où l'artiste se retrouve face à une foule, et qui lui apporte à la fois admiration et critiques. Il décrit les diverses réactions des gens qui l'entourent, allant des demandes d'aide aux applaudissements, en passant par des manifestations d’amour et de haine. Malgré l’effervescence qui l'entoure, il ressent une profonde solitude, comme si son chant ne parvenait pas à vraiment toucher les âmes. C’est une exploration de la dualité entre la popularité et l’isolement, où l’artiste se sent à la fois entouré et déconnecté, un écho de son propre combat intérieur. Dans cette ambiance de fête, il constate que la foule est pourtant distante, et il se compare à un vieil arbre, témoin silencieux de tout ce qui se passe autour de lui, mais toujours profondément en lui-même.