Eu nunca dei um jeitinho vim devagarinho pensando Tentando acertar Neguinho não me deu nada a não ser porrada sermão Passa fora e eu lá Tem parasita na ativa exportando divisa e eu suando a camisa Por honra da firma a vida é assim E até minha gata dá pra todo mundo Só não dá pra mim Se um bacana me chuta eu peço desculpa Que luta pra não complicar Se me chamar de bagaço agradeço obrigado Um abraço é isso aí até já Não tenho tempo pra sarro o sapato furou Acabou o cigarro meu time perdeu Guincharam meu carro pisaram no meu calo E até a comida o cahorro comeu Eu sou o brasileiro adoro esse coreto E agora ou nunca já não tem talvez Tão me dando gelo tirei o mico preto Mas vem aí a minha vez

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Couverture du livre Ultra intelligence

À propos de la chanson

La chanson évoque les défis quotidiens d'une vie marquée par les luttes et les déceptions. On y parle d'une existence où les efforts souvent ne portent pas leurs fruits, entre l'inaction des autres, les échecs personnels et une certaine résilience. L'artiste exprime une frustration face à une réalité difficile, tout en gardant une touche d'humour et un espoir persistant de jours meilleurs. Le contexte de cette chanson s'inscrit dans la réalité brésilienne, où les inégalités sociales et les petites vicissitudes de la vie sont omniprésentes. Cela reflète une société où la ténacité et le courage se mêlent à une certaine mélancolie, tout en affirmant que malgré tout, il faut continuer à avancer et à espérer.