Um velho calção de banho / o dia prá vadiar um mar que não tem tamanho / um arco-íris no ar. Depois da praça Caymi / sentir preguiça no corpo e numa esteira de vime / beber uma água de côco. É bom... passar uma tarde em Itapoã / ao sol que arde em Itapoã ouvir o mar de Itapoã / falar de amor em Itapoã. Enquanto o mar inaugura / um verde novinho em folha argumentar com doçura / com uma cachaça de rolha. E com o olhar esquecido / no encontro de céu e mar bem devagar e sentindo / a terra toda rodar. (**Refrão**) Depois sentir o arrepio / do vento que a noite traz e o diz-que-diz macio / que brota dos coqueirais. E nos espaços serenos / sem ontem nem amanhã dormir nos braços morenos / da lua de Itapoã. (**Refrão**)

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À propos de la chanson

La chanson évoque des moments de détente à Itapoã, un lieu idyllique où le temps semble s'arrêter. On y imagine des baignades dans une mer infinie, des instants de paresse sous le soleil et des discussions douces autour d'une boisson rafraîchissante. L’ambiance est empreinte de simplicité et de sérénité, avec des paysages marins qui inspirent l’amour et la contemplation, symbolisant une évasion loin des préoccupations quotidiennes. Itapoã, avec ses plages et ses nuits étoilées, apparaît comme un refuge où l’on peut se perdre dans la beauté de la nature et dans la douceur des relations humaines. C'est un tableau vivifiant, célébrant les plaisirs de la vie en harmonie avec le monde qui nous entoure.