Intro:      Eu sou     um livro aberto sem histórias    Um sonho incerto sem memórias    Do meu passado que ficou               Eu sou     um porto amigo sem navios   Um mar abrigo a muitos rios      Eu sou apenas o que sou    Eu sou o moço velho       que já viveu muito    Que já sofreu tudo e já morreu cedo    Eu sou um velho moço      que não viveu cedo    Que não sofreu muito mas não morreu tudo    Eu sou alguém livre    Não sou escravo e nunca fui senhor    Eu     simplesmente sou um homem    Que ainda crê no amor           Instrumental:      Eu sou o moço velho       que já viveu muito    Que já sofreu tudo e já morreu cedo    Eu sou um velho um velho moço      que não viveu cedo    Que não sofreu muito mas não morreu tudo    Eu sou alguém livre    Não sou escravo e nunca fui senhor    Eu     simplesmente sou um homem    Que ainda crê no amor...     

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À propos de la chanson

La chanson évoque une réflexion profonde sur l'identité et le passage du temps. Le narrateur se décrit comme un être paradoxal, à la fois jeune et vieux, ayant vécu des expériences intenses sans vraiment avoir connu les plaisirs de la vie. Il se présente comme un homme libre, qui a traversé des souffrances et des épreuves, mais qui garde encore l'espoir et la foi en l'amour. C'est une quête d'authenticité et de sens, où il reconnaît sa vulnérabilité tout en affirmant sa liberté. Le contexte de cette chanson renvoie à des thèmes universels comme la vie, la résilience et les croyances personnelles. Dans un monde souvent marqué par la superficialité, ces paroles résonnent comme une invitation à se reconnecter avec soi-même et à chérir les formes d'amour qui nous entourent.