email: [email protected] GNR - Ao Soldado Desconfiado Diz-me se és o meu reflexo, Oh fonte vulgar Diz-me onde esconder a arma que eu soube enferrujar Castro com castro edificas, eu castro o gesto a que incitas Estátua de orgulho gelada sobre esta água parada O vento de amanhã quando soprar desagregará o tempo presente A memória da batalha clássica foi-se, a bandeira ser-me-à indiferente Vim para devolver as cidades aos intoxicados da terra Será nos gabinetes que se ditará a nova guerra Sempre que fui combater rastejei pelo chão Onde nem a beladona cresce tocando o musgo com a mão Descarnado de alma, mas mantendo a calma Dilacerado esforço em vão O vento de amanhã esfuma os viciados do controle O cheiro a carne assada humana será uma recordação Nem mais um soldado anónimo dormirá neste caixão Sonhando arrogante com o nome da sua batalha banal (x4) O vento de amanhã quando soprar desagregará o tempo presente A memória da batalha clássica foi-se, a bandeira ser-me-à indiferente O cheiro a carne assada humana será uma recordação Nem mais um soldado anónimo dormirá neste caixão Sonhando arrogante com o nome da batalha banal

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À propos de la chanson

La chanson évoque la désillusion d'un soldat face à la guerre et à ses conséquences. Elle met en lumière la douleur des combats, le poids du passé et la futilité des luttes qui semblent se répéter, où la mémoire des batailles classiques perd son sens. Le protagoniste ressent un décalage entre l’héroïsme auquel il aspirait et la réalité cruelle de la violence, soulignant la souffrance humaine et l'absurdité des conflits. Dans ce contexte, il est important de comprendre que la chanson s'inscrit dans une réflexion plus large sur la nature de la guerre, qui n'est pas seulement une lutte physique, mais aussi une lutte émotionnelle et spirituelle. Elle montre que derrière le soldat anonyme se cache une humanité souffrante, souvent oubliée dans les discours glorifiant le combat.