Intro:        A rosa vermelha é do bem-querer A rosa vermelha e branca hei de amar até morrer A rosa vermelha e branca hei de amar até morrer Na sala da minha casa tem um jarro sobre a mesa Dentro do jarro uma rosa gosto da rosa vermelha Não sei se a rosa é de rosa matéria plástica ou pano Foi minha mãe minha madrasta quem pôs ali faz um ano A rosa vermelha é do bem-querer A rosa vermelha e branca hei de amar até morrer A rosa vermelha e branca hei de amar até morrer A minha casa é guardada do oitavo andar do edifício De onde eu vejo um jardim cresce guardado o edifício No jardim cresce outra rosa rosa de rosa e jardim Que nasceu vermelha e branca como se fosse pra mim A rosa vermelha é do bem-querer A rosa vermelha e branca hei de amar até morrer A rosa vermelha e branca hei de amar até morrer No caminho da minha casa é o jardim o elevador Uma rosa é da mamãe e a outra é do zelador Eu sei que as duas são minhas mas pra quê que eu quero rosa Pra cheirar comer cheirar sei lá pra gostar pra jogar fora A rosa vermelha é do bem-querer A rosa vermelha e branca hei de amar até morrer A rosa vermelha e branca hei de amar até morrer Quando minha mãe dormir e o zelador não olhar De noite quando eu crescer quero estas rosas roubar Eu vou roubar pra vender pra guardar ou pra queimar Eu vou qualquer coisa bonita pra chatear A rosa vermelha é do bem-querer A rosa vermelha e branca hei de amar até morrer A rosa vermelha e branca hei de amar até morrer

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À propos de la chanson

La chanson évoque une profonde affection pour une rose rouge qui symbolise l’amour et le bien-être. Elle parle d'un souvenir lié à un jardin et à une maison où la rose est soigneusement placée, possiblement par une figure maternelle. À travers des réflexions sur la simplicité des fleurs, l'auteur explore la dualité entre le désir d’appropriation et l’innocence de l’enfance, avec une touche de nostalgie. Le contexte semble ancré dans une enfance marquée par l'amour familial, où les roses deviennent des métaphores de souvenirs précieux. Les moments de désir de voler les roses témoignent des aspirations juvéniles et d'un certain jeu avec la notion de possession, illustrant ainsi une quête d'identité et d’amour au fil des années.