Todo fim de ano é fim de mundo e todo fim de mundo é tudo que já está no ar Tudo que já está Todo ano é bom todo mundo é fim Você tem amor em mim Todo mundo sabe e você sabe que a cidade vai sumir por debaixo do mar É a cidade que vai avançar E não o mar Você não vê Mas da próxima vez que eu for a Brasília Eu trago uma flor do cerrado pra você Mas da próxima vez que eu for a Brasília Eu trago uma flor do cerrado pra você Tem que ter um jeito e vai dar certo e Zé me diz que ninguém vai precisar morrer Para ser Para tudo ser Eu você Todo fim de mundo é fim de nada é madrugada e ninguém tem mesmo nada a perder Eu quero ver Olho pra você Tudo vai nascer Mas da próxima vez que eu for a Brasília Eu trago uma flor do cerrado pra você Mas da próxima vez que eu for a Brasília Eu trago uma flor do cerrado pra você

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À propos de la chanson

Cette chanson évoque un cycle de renouvellement et de transformations inévitables qui jalonnent la vie, tout en mettant en lumière l'importance de l'amour et des liens personnels. Le narrateur parle des changements qui sont en cours dans le monde, de la ville qui se transforme, mais aussi de la promesse de ramener une fleur du cerrado lors de son prochain voyage à Brasília, symbole d'espoir et d'attachement. Le contexte de la chanson pourrait être lié à une réflexion sur la modernité et ses impacts environnementaux, tout en gardant un sentiment d'optimisme face à l'avenir. Ce mélange de mélancolie et de promesse d'amour, encapsulé dans l'image de la fleur, souligne la beauté des petites choses face à l'impermanence du monde.