Pus o meu Sonho no navio E o navio em cima do Mar Depois abri o Mar com as mãos (com as mãos) Para o meu sonho Naufragar Minhas mãos ainda estão molhadas Do azul (do azul) das ondas entreabertas E a cor que escorre dos meus dedos Colore as areias desertas O vento vem vindo de longe A noite se curva de frio Debaixo d’água vai morrendo Meu sonho (vai morrendo) dentro do navio Chorarei quanto for preciso Para fazer (para fazer) com que o mar cresça E o meu navio chegue ao fundo   E o meu sonho desapareça Depois tudo estará perfeito Praia lisa águas ordenadas Meus olhos secos como pedras       E as minhas duas mãos quebradas

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À propos de la chanson

La chanson évoque un voyage intérieur et la perte d’un rêve, symbolisé par un navire qui s’enfonce dans les profondeurs de la mer. L'artiste décrit comment elle a placé ses espoirs sur ce bateau, mais la mer, avec sa force implacable, mène son rêve à la noyade. Les eaux deviennent le reflet de sa tristesse, et malgré tous ses efforts pour sauver ce qu'elle chérissait, elle doit faire face à la réalité de sa déception. Le contexte de cette chanson est profondément lié à la mélancolie et à l'acceptation de l'inévitabilité des échecs. Elle s’inscrit dans un univers où les émotions sont à la fois puissantes et vulnérables, et où la lutte contre le destin se heurte souvent à des forces plus grandes que soi. On ressent cette atmosphère d’abandon et d’apaisement, où il devient presque nécessaire de laisser aller pour atteindre une forme de sérénité.